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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

[23/09/09] Desconhecido

Resolvi "me lançar ao desconhecido" (como se eu já não fizesse muito isso. Rs)
Mas dessa vez é um passo em que eu não sei o que esperar de verdade. Estou num mixto de sensação de liberdade e receio.

Deixa eu explicar: Foi me oferecida a demissão, no meu trabalho. Era tudo que eu esperava a um tempo atrás, tanto que já havia comentado com o meu supervisor. Então surgiu a proposta. Pensei, fui pra casa. Estava nervoso. Resolvi aceitar, afinal, a gente nunca sabe o que pode nos esperar, não é?
Mas fica a pergunta: será que eu fiz a coisa certa?
Só que essa pergunta me leva a outras: O que me aguarda? Será que vou poder me dedicar integralmente a minha faculdade (como é meu objetivo, com essa demissão)? O que vai acontecer quando eu tiver gasto todo o dinheiro de indenização+auxílio+férias+13º... (afinal, ele não é pra sempre)?
Hum...
Essa ausência de resposta aguça a minha certeza de que fiz algo certo!
(Em compensação eu tenho uma parte racional, que faz com que minha certeza seja só de 90%, contrariando a máxima de toda certeza ser absoluta)

4 comentários:

  1. Já que tu saiu, agora aproveita e se dedica mais a facul, e economiza o dinheiro que tu tem guardado né. E não esquenta a cabeça com isso não. Depois, se for preciso, cê arranja outro trampo.

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  2. Parabéns pela atitude do blog! abs

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  3. É, bem que você falou no seu comentário que não tem metas traçadas, é mais impulsivo. Eu não sou assim, mas admiro quem seja. Na minha busca pela estabilidade, às vezes deixo passar as boas oportunidades.
    Mas é isso aí! Agora que você largou, é entender o que se pretende com isso, e se dedicar ao que ficou, como a faculdade. Boa sorte!!


    E quanto a mim, foi extamente o que você disse. Eu não larguei tudo ainda porque termino a faculdade agora. Não seria louco de jogar fora 6 anos de estudos! pelo menos o diploma eu quero!! haha

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"frente a uma sociedade e uma linguagem reificadas, o indivíduo afirma dolorosa, agressiva ou humoristicamente sua diferença"
Theodor Adorno